O que o autismo tem a ver com a linguagem de sinais?

Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Facebook-f Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos O que o autismo tem a ver com a linguagem de sinais? No Brasil, o ensino da linguagem de sinais para indivíduos com autismo é muito pouco divulgado. Além disso, alguns profissionais chegam a dizer que a linguagem de sinais restringe a comunicação e que apenas uma pequena parte da população é capaz de entendê-los. O fato é que a língua de sinais é uma alternativa a comunicação dessas pessoas. Já tive muitos pacientes em que acreditava que elas se beneficiariam muito com esse tipo de linguagem. Pacientes com inteligência preservadas e que não conseguem interagir com seus pares. Muitos inclusive com perdas auditivas. É comum que comorbidade como apraxia de fala sejam comuns a crianças e pessoas com autismo. O uso de sinais é uma possibilidade e pode ser facilmente ensinada através do uso de dicas para que nosso aprendiz possa movimentar os dedos e mãos para poder sinalizar. Dentro da intervenção, muitas vezes, ensinamos sinais mais universas como sim e não com a cabeça e sinais específicos para pedir, mas nunca presenciei uma criança falando apenas por linguagem de sinais no contexto clínico aqui no Brasil. É comum que o uso da comunicação ocorra de forma multimodal através de comunicações alternativas com troca por figuras e aplicativos e também sinalizações universais. Recentemente vi um vídeo de uma moça americana falando pela linguagem de sinais e achei o máximo. No Brasil, a falta de conhecimento e fluência dos profissionais nesse tipo de linguagem é um obstáculo. Incorporar também a linguagem de sinais envolve a adesão dos pais a esse novo formato e adaptação. Também envolve se aproximar de pessoas que também usem esse tipo de comunicação (pessoas surdas), o que também acaba sendo um obstáculo. Artigos Não diga “NÃO” para o seu filho! Análise do Comportamento e Terapia ABA Como funciona a Terapia ABA? Algumas instruções gerais: Quais sinais podem identificar autismo em bebês? Como você pode ensinar a criança a olhar nos seus olhos. Agressividade e autismo: O que devo fazer? Meu filho vai falar? Como posso ajudar? Não seja agressivo, nem use ameaça! Não diga “NÃO” para o seu filho! Seu filho está dando trabalho para comer? O que o autismo tem a ver com a linguagem de sinais? Como transformar o terapeuta (professor) em um estímulo reforçador. Como podemos melhorar a adesão da criança do espectro à Terapia Como funciona a hierarquia de dica no ensino usando ABA O que é o TEACCH? Certificação internacional em ABA: Alguns esclarecimentos Como funcionam as tarefas estruturadas em ABA no ensino? A Terapia ABA deixa a criança robotizada!? Reforçadores: O que são e como usá-los!? Ensino em ambientes naturais usando Terapia ABA é possível? Quer saber mais sobre a clínica Tatear ABA? Entre em contatopelo Whatsapp Rua Eça de Queiroz, 998Petrópolis – Porto Alegre
Como transformar o terapeuta (professor) em um estímulo reforçador.

Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Facebook-f Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Como transformar o terapeuta (professor) em um estímulo reforçador. Para aqueles que querem trabalhar (ou já trabalham) com crianças do espectro, o primeiro passo a ser dado para que a intervenção tenha sucesso é se associar a estímulos agradáveis e considerados reforçadores: brincadeiras, comidas, desenhos e brinquedos favoritos. Pode até parecer óbvio, mas muitas vezes esse passo é esquecido em detrimento do “procedimento” que deve ser adotado. Sem essa associação inicial, a criança terá pouco interesse no terapeuta (professor) e na atividade. Mesmo quando o professor já possui um vínculo com a criança, o ideal é que se façam avaliações diárias da preferência. Nessas avaliações, se coloca dois ou mais estímulos disponíveis (brinquedos, comidas, desenhos, etc) e identificamos aquele(s) mais potentes para usar no ensino. Essa identificação ocorre na maioria das vezes, observando quais objetos a criança tenta pegar primeiro. Não adianta você querer usar o mesmo reforçador todo dia, a preferência da criança pode variar, e também a sua efetividade enquanto professor. Algumas vezes será necessário apresentar o brinquedo e ensinar a criança a usar aquele objeto para que ela comece a se interessar por ele. Por exemplo, crianças do espectro costumam adorar brincar com IPADs, mas na primeira vez que você apresentar esse equipamento, ela provavelmente não saberá como funciona e não tentará pegá-lo. Use uma parte do tempo para apresentar novos objetos, comidas e desenhos. Por fim, não adianta apresentar estímulos reforçadores preferidos a criança indiscriminadamente, ou seja, independente do comportamento dela. Por exemplo, se a criança recebe e olha para um brinquedo, mas você não pede para que ela olhar no seu olhe, ela pode simplesmente nem notar a sua presença. Os reforçadores devem ser acessados pela criança durante interações de olhar ou pedidos por parte do professor. Artigos Não diga “NÃO” para o seu filho! Análise do Comportamento e Terapia ABA Como funciona a Terapia ABA? Algumas instruções gerais: Quais sinais podem identificar autismo em bebês? Como você pode ensinar a criança a olhar nos seus olhos. Agressividade e autismo: O que devo fazer? Meu filho vai falar? Como posso ajudar? Não seja agressivo, nem use ameaça! Não diga “NÃO” para o seu filho! Seu filho está dando trabalho para comer? O que o autismo tem a ver com a linguagem de sinais? Como transformar o terapeuta (professor) em um estímulo reforçador. Como podemos melhorar a adesão da criança do espectro à Terapia Como funciona a hierarquia de dica no ensino usando ABA O que é o TEACCH? Certificação internacional em ABA: Alguns esclarecimentos Como funcionam as tarefas estruturadas em ABA no ensino? A Terapia ABA deixa a criança robotizada!? Reforçadores: O que são e como usá-los!? Ensino em ambientes naturais usando Terapia ABA é possível? Quer saber mais sobre a clínica Tatear ABA? Entre em contatopelo Whatsapp Rua Eça de Queiroz, 998Petrópolis – Porto Alegre
Como podemos melhorar a adesão da criança do espectro à Terapia

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Como funciona a hierarquia de dica no ensino usando ABA

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O que é o TEACCH?

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Certificação internacional em ABA: Alguns esclarecimentos

Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Facebook-f Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Certificação internacional em ABA: Alguns esclarecimentos O BACB (Behavior Analyst Certification Board) é a instituição americana mais antiga que certifica profissionais como Analistas do Comportamento. Ela surgiu com o intuito de garantir uma formação mínima para se trabalhar, por exemplo, com a Análise do Comportamento Aplicada ao autismo. Hoje ainda é o principal regulador da profissão de analista do comportamento nos Estados Unidos e Canadá. Para ser certificado pelo BACB, os candidatos precisas: (1) Fazer curso aprovado por eles para formação de Analistas do Comportamento, (2) ter horas supervisionadas por profissional mais experiente, e (3) passar em uma prova de múltipla escolha, e (4) manter o estudos e cursos para manter a certificação ao longo dos anos. De modo geral nos Estados Unidos, existe uma hierarquia promovida pela certificação que vai desde o BCBA-D (profissionais com doutorado), BCBA (profissionais com mestrado), BCaBA (profissionais graduados), até os RBT (profissionais com nível técnico). No Brasil, houve um período que instituições forneceram curso aprovados por eles para que pudessem ser certificados. No entanto, esse período foi curto, e poucos profissionais foram certificados. Por conta das diferenças culturais, eles optaram por delimitar a abrangência da certificação apenas pessoas que moram no Estados Unidos e Canadá. A nova regra começou a valer em 2023, assim a partir daí, apenas pessoas moradoras desses dois países podem ser certificadas. Não ter a certificação fornecida pelo BACB não implica que o profissional não sabe trabalhar com ABA, ou é desqualificado. Excelentes profissionais sem certificação trabalham no Brasil se adaptando a realidade brasileira, o que muitas vezes é um grande desafio. Pessoas inclusive com mestrado e doutorado em Análise do Comportamento. Ter alguma certificação seria apenas uma garantia a mais de que o profissional se preparou para trabalhar com ABA, e foi supervisionado por um profissional mais experiente. No Brasil, ainda estamos engatinhando no processo de certificação e hoje a profissão não é regulamentada, o que dificulta a qualidade dos serviços em ABA no país. Algumas instituições têm feitos movimentos no sentido de regulamentar a profissão, mas infelizmente essa ainda não é a realidade brasileira. Se está buscando um profissional da área, avalie o currículo e a experiência, cuidado com profissionais sem qualificação. Artigos Análise do Comportamento e Terapia ABA Como funciona a Terapia ABA? Algumas instruções gerais: Quais sinais podem identificar autismo em bebês? Como você pode ensinar a criança a olhar nos seus olhos. Agressividade e autismo: O que devo fazer? Meu filho vai falar? Como posso ajudar? Não seja agressivo, nem use ameaça! Não diga “NÃO” para o seu filho! Seu filho está dando trabalho para comer? O que o autismo tem a ver com a linguagem de sinais? Como transformar o terapeuta (professor) em um estímulo reforçador. Como podemos melhorar a adesão da criança do espectro à Terapia Como funciona a hierarquia de dica no ensino usando ABA O que é o TEACCH? Certificação internacional em ABA: Alguns esclarecimentos Como funcionam as tarefas estruturadas em ABA no ensino? A Terapia ABA deixa a criança robotizada!? Reforçadores: O que são e como usá-los!? Ensino em ambientes naturais usando Terapia ABA é possível? O que causa autismo? Quer saber mais sobre a clínica Tatear ABA? Entre em contatopelo Whatsapp Rua Eça de Queiroz, 998Petrópolis – Porto Alegre
Como funcionam as tarefas estruturadas em ABA no ensino?

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Essas tarefas são comumente realizadas em ambiente controlados, muitas vezes em mesinha, mas também em outros contextos. O DTT possui cinco componentes: (1) o estímulo discriminativo (SD), (2) o uso dicas, (3) a resposta, (4) o reforço (entrega de itens de preferência) ou procedimento de correção (caso ocorra um erro), e (5) o tempo entre tentativas. O Estímulo discriminativo é um termo da análise do comportamento para um estímulo que “indica qual deve ser a resposta”. Por exemplo, quando você diz “bate palma” para uma criança, essa instrução deve indicar para a criança que a resposta de bater palma será seguida por itens de preferência. Claro, se a criança entende o que foi falado, e é seguidora de instruções. A resposta da criança vai depender do tipo de tarefa proposta pelo terapeuta. Por exemplo, se quero ensinar a criança a imitar pentear o cabelo, essa é a resposta que vou treinar via DTT. A dica pode ser fornecida imediatamente após uma instrução, ou pode ser fornecida após pausas programadas antes da criança errar. As dicas podem ser físicas, verbais, em forma de modelo, visuais, entre outras, O objetivo do uso das dicas é o ensino sem erro, o que reduz a aversividade da tarefa. Além disso, usamos hierarquias de dicas para reduzir a dependência dessas dicas pelo nosso aprendiz. Após resposta independente, ou com ajuda de dicas fornecemos reforço (entrega do item preferido) ou após erro fornecmos procedimentos de correção. O uso de consequências diferentes após resposta é fundamental para o aumento de repertórios socialmente relevantes. Por último cada tentativa é seguida de tempos entre tentativas, o que normalmente ocorre em forma de alguns segundos. O DTT deve ser apresentado de forma dinâmica e rápida para garantir o interesse e motivação do nosso aprendiz. Estímulo Discriminativo Dica Resposta Reforço ou correção Tempo entre tentaiva O professor diz “bate palma” Sem uso de dica Resposta independente: Criança bate palma Reforço: Professor entrega item preferido e fornece reforço social 20 segundos O professor diz “aponta o gato” Dica por gesto Resposta após dica: Professor aponta o gato e espera resposta da criança que também aponta o gato Reforço: Professor entrega item preferido e fornece reforço social 20 segundos O professor diz “qual o seu nome?” Sem uso de dica Resposta com erro: Criança fala “au au” Correção: Professor reapresenta a instrução “qual o seu nome?” e a dica “Jo…”, a criança fala “João” 5 segundos Apesar da importância desses componentes durantes as Tarefas de Tentativa Discreta, a forma como eles vão ser apresentados pode variar. As possibilidades são infinitas no ensino através desse tipo de procedimento. Por exemplo, existem inúmeras formas de se apresentar a correção, tipos de dica, instruções e respostas esperadas. O que vai definir cada procedimento são as peculiaridades que cada criança apresenta. Algumas são mais passivas e se a correção for seguida de reforço, elas simplesmente não apresentam a resposta de forma independente. Artigos Não diga “NÃO” para o seu filho! Análise do Comportamento e Terapia ABA Como funciona a Terapia ABA? Algumas instruções gerais: Quais sinais podem identificar autismo em bebês? Como você pode ensinar a criança a olhar nos seus olhos. Agressividade e autismo: O que devo fazer? Meu filho vai falar? Como posso ajudar? Não seja agressivo, nem use ameaça! Não diga “NÃO” para o seu filho! Seu filho está dando trabalho para comer? O que o autismo tem a ver com a linguagem de sinais? Como transformar o terapeuta (professor) em um estímulo reforçador. Como podemos melhorar a adesão da criança do espectro à Terapia Como funciona a hierarquia de dica no ensino usando ABA O que é o TEACCH? Certificação internacional em ABA: Alguns esclarecimentos Como funcionam as tarefas estruturadas em ABA no ensino? A Terapia ABA deixa a criança robotizada!? Reforçadores: O que são e como usá-los!? Ensino em ambientes naturais usando Terapia ABA é possível? Quer saber mais sobre a clínica Tatear ABA? Entre em contatopelo Whatsapp Rua Eça de Queiroz, 998Petrópolis – Porto Alegre
A Terapia ABA deixa a criança robotizada!?

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Reforçadores: O que são e como usá-los!?

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Ensino em ambientes naturais usando Terapia ABA é possível?

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