Como transformar o terapeuta (professor) em um estímulo reforçador.

Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Facebook-f Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Home A Clínica Atendimento Avaliação Inicial Programa Individualizado Comportamental Sessões da Terapia Análise de dados e monitoramento Suporte a Família Nossa Equipe Contato Cursos Artigos Como transformar o terapeuta (professor) em um estímulo reforçador. Para aqueles que querem trabalhar (ou já trabalham) com crianças do espectro, o primeiro passo a ser dado para que a intervenção tenha sucesso é se associar a estímulos agradáveis e considerados reforçadores: brincadeiras, comidas, desenhos e brinquedos favoritos. Pode até parecer óbvio, mas muitas vezes esse passo é esquecido em detrimento do “procedimento” que deve ser adotado. Sem essa associação inicial, a criança terá pouco interesse no terapeuta (professor) e na atividade. Mesmo quando o professor já possui um vínculo com a criança, o ideal é que se façam avaliações diárias da preferência. Nessas avaliações, se coloca dois ou mais estímulos disponíveis (brinquedos, comidas, desenhos, etc) e identificamos aquele(s) mais potentes para usar no ensino. Essa identificação ocorre na maioria das vezes, observando quais objetos a criança tenta pegar primeiro. Não adianta você querer usar o mesmo reforçador todo dia, a preferência da criança pode variar, e também a sua efetividade enquanto professor. Algumas vezes será necessário apresentar o brinquedo e ensinar a criança a usar aquele objeto para que ela comece a se interessar por ele. Por exemplo, crianças do espectro costumam adorar brincar com IPADs, mas na primeira vez que você apresentar esse equipamento, ela provavelmente não saberá como funciona e não tentará pegá-lo. Use uma parte do tempo para apresentar novos objetos, comidas e desenhos. Por fim, não adianta apresentar estímulos reforçadores preferidos a criança indiscriminadamente, ou seja, independente do comportamento dela. Por exemplo, se a criança recebe e olha para um brinquedo, mas você não pede para que ela olhar no seu olhe, ela pode simplesmente nem notar a sua presença. Os reforçadores devem ser acessados pela criança durante interações de olhar ou pedidos por parte do professor. Artigos Não diga “NÃO” para o seu filho! Análise do Comportamento e Terapia ABA Como funciona a Terapia ABA? Algumas instruções gerais: Quais sinais podem identificar autismo em bebês? Como você pode ensinar a criança a olhar nos seus olhos. Agressividade e autismo: O que devo fazer? Meu filho vai falar? Como posso ajudar? Não seja agressivo, nem use ameaça! Não diga “NÃO” para o seu filho! Seu filho está dando trabalho para comer? O que o autismo tem a ver com a linguagem de sinais? Como transformar o terapeuta (professor) em um estímulo reforçador. Como podemos melhorar a adesão da criança do espectro à Terapia Como funciona a hierarquia de dica no ensino usando ABA O que é o TEACCH? Certificação internacional em ABA: Alguns esclarecimentos Como funcionam as tarefas estruturadas em ABA no ensino? A Terapia ABA deixa a criança robotizada!? Reforçadores: O que são e como usá-los!? Ensino em ambientes naturais usando Terapia ABA é possível? Quer saber mais sobre a clínica Tatear ABA? Entre em contatopelo Whatsapp Rua Eça de Queiroz, 998Petrópolis – Porto Alegre